domingo, 12 de janeiro de 2020


O paradoxo do capitalismo 

Com o advento da revolução industrial e o crescimento da classe burguesa surgiu o capitalismo, e foi aprimorado com suas vertentes tendo como base hipotética a lei de mercado.
Tecnologicamente várias partes do mundo se desenvolveram, os indicadores sociais e econômicos de crescimento das necessidades primordiais também tem chegado a um número maior da população aumentando a perspectiva da vida humana assim como o grau de instrução da população em países desenvolvido e em pleno desenvolvimento... Porém em contra partida aumentou em muitos lugares a miséria, quer seja por falta do desenvolvimento tecnológico e estrutural, quer seja por muitos estarem fora do mercado, faltando interesses de investimento dos governos e grupos que regem a economia, sendo essa população excluída do desenvolvimento do capitalismo, por esses na maioria não terem poder de barganha, isto é, não serem fornecedores nem consumidores ativos. Geralmente os países que mais sentem essa falta de investimento são os subdesenvolvidos, mas mesmo os em desenvolvimento ou desenvolvidos tem suas carências.

Não sou contra as pesquisas científicas que contribuem para dar qualidade à vida, e seria uma utopia pensar em um mundo perfeito e igualitário nas necessidades matérias, mas faltar os elementos primordiais para a vida humana, onde a tecnologia dá condições a pessoas viverem na Lua com padrões elevados enquanto muitos morrem na terra por falta de água e comida, isto é uma afronta ao seres humanos...
Os pensadores de diversas áreas sabem que esse progresso que o capitalismo tem gerado nos países desenvolvido e em desenvolvimento é incapaz de atender toda população mundial ou até mesmo da sua própria nação. O que fazer? Como pensar uma forma de desenvolvimento que seja com essa palavra que está na moda “Sustentabilidade” desenvolvimento sustentável para população e preservação do Meio Ambiente; fica essa pergunta...
Paulo Balôba.

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